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DEGLUTIÇÃO2020-05-11T20:25:52+00:00

Project Description

Deglutição

A deglutição é uma ação complexa que envolve atividade reflexa e voluntária de mais de 30 nervos e músculos. A deglutição baseia-se num conjunto de ações neuromotoras coordenadas que envolvem dois processos biológicos cruciais: o transporte do bolo alimentar da cavidade oral para o estômago e a proteção da via aérea inferior. Dada a sua complexidade, diferentes mecanismos (estruturais e/ou funcionais) podem comprometer a sua eficácia e eficiência, pondo em risco a integridade da saúde pulmonar e/ou nutricional do indivíduo.

A disfagia surge como uma perturbação do processo de deglutição em qualquer uma das suas fases (oral, faríngea e esofágica), podendo ter diferentes etiologias (neurológicas ou mecânicas) e afetar o indivíduo em qualquer etapa da sua vida. Revela-se como um comprometimento perturbador para o doente e desafiador para os profissionais de saúde envolvidos, pelo que o diagnóstico precoce e respetiva reabilitação são fundamentais na diminuição dos riscos e custos que lhes estão associados (diminuição da qualidade de vida obstrução das vias aéreas, pneumonia por aspiração, morte, desnutrição).

O Departamento de Deglutição da SPTF é o responsável pela dinamização da evolução do conhecimento das perturbações da deglutição em crianças, jovens e adultos. É constituído por um grupo de profissionais que pretende promover o aumento da qualidade e quantidade de produção científica por parte dos pares e outros profissionais de áreas afins à terapia da fala, com o intuito de fomentar a reflexão, partilha e aprendizagem para um apoio mais eficaz a pessoas com perturbação da deglutição e suas famílias, contribuindo para a adoção de práticas baseadas na evidência.

O presente documento foi elaborado com base nas orientações específicas e adaptadas das seguintes instituições: DGS, SPORL, SPP, SPPediatria, ASHA, e RCSLT.

POPULAÇÃO ADULTA

Procedimentos de risco geradores de aerossóis (risco acrescido)

  • Avaliação clínica da deglutição (presencial);
  • Avaliação clínica da fala ou motricidade orofacial (presencial);
  • Videofluoroscopia da deglutição;
  • Videoendoscopia da deglutição;
  • Avaliação do reflexo de tosse;
  • Avaliação de tosse voluntária;
  • Treino com EMST (Expiratory Muscle Strength Trainer) (em gabinete);
  • Intervenção com doentes com laringectomia;
  • Intervenção com doentes com traqueostomia;
  • Avaliação ou intervenção com doentes que requeiram ventilação ou suporte de oxigenioterapia;
  • Avaliação ou intervenção com doentes com dificuldade no controlo da saliva ou que exibam alterações do comportamento que possam resultar em choro, gritos.

Avaliação da deglutição

  • Acesso à história clínica/anamnese detalhadas (quando possível);
  • Entrevista em videoconferência com presença do cuidador;
  • Envio de checklist sobre comportamentos/queixas na alimentação e questionário de auto perceção sobre a deglutição (enviado pela pessoa após o seu preenchimento);
  • Solicitação de envio de filmagens de duas refeições distintas (principal e outra), visão frontal e lateral, se possível;
  • Avaliação de voz, motricidade orofacial, respiração e exploração indireta da deglutição, em formato de telesaúde (quando possível realizar registos de áudio e vídeo);
  • Ensino de estratégias a adotar no período de alimentação – ao próprio e/ou cuidador;
  • Quando for necessário avaliação presencial:
  1. definir previamente todos os procedimentos a realizar presencialmente;
  2. não exceder os 15 minutos de contacto direto;
  3. não avaliar/realizar reflexo tosse, vómito, tosse voluntária, sensibilidade intraoral, auscultação cervical e procedimentos geradores de aerossóis;
  4. na avaliação direta da deglutição utilizar uma abordagem conservadora, utilizando consistências seguras para cada pessoa avaliada;
  5. uso de equipamento de proteção individual adequado (terapeuta e doente).

Intervenção na deglutição

Telessaúde

 Utilizar uma abordagem conservadora no treino de alimentação e nas recomendações para a gestão da disfagia, de modo a diminuir ao máximo o risco de ocorrência de complicações;

Intervenção presencial
  •  Se possível limitar o contacto direto a 15 minutos;
  • Trabalhar numa posição lateral à pessoa;
  • Quando possível manter distância superior a 1,5m;
  • Pelo risco acrescido de ocorrência de tosse nestes doentes utilizar, para além de máscara P2, óculos de proteção e/ou viseiras;
  • Evitar procedimentos geradores de aerossóis;
  • Evitar procedimentos que impliquem contacto com a cavidade oral;
  • Incentivar autoalimentação sempre que possível;
  • Evitar utilização de equipamentos de utilização partilhada;
  • Utilizar uma abordagem conservadora no treino de alimentação e nas recomendações para gestão da disfagia, de modo a diminuir ao máximo o risco de ocorrência de complicações;
  • Evitar a realização de treino com válvulas de fala.

Nota 1: em situações em que não há alimentação per os (utilização de SNG ou PEG) não se recomenda intervenção. Caso a pessoa seja alimentada por SNG não é recomendável a colocação de PEG ou outras intervenções que requeiram procedimentos invasivos.

Nota 2: dado o contexto atual, a disfagia pós-extubação poderá ocorrer com maior frequência, pelo que a sua identificação precoce é essencial para minimizar as complicações clínicas e o impacto na qualidade de vida da pessoa.

POPULAÇÃO PEDIÁTRICA

A infeção por SARS-CoV-2, na idade pediátrica, manifesta-se habitualmente como doença (COVID-19) ligeira, podendo ser assintomática (Abordagem do doente pediátrico com COVID-19 Sociedade Portuguesa de Pediatria, 22-04-2020).

Até à data, não existem muitos estudos que investiguem a fiabilidade, validade e fidedignidade do uso da telesaúde para a população pediátrica com alterações a nível da deglutição. (Telepractice for Pediatric Dysphagia: A Case Study, Malandraki, et al,2014)

Procedimentos de risco geradores de aerossóis (risco acrescido):
  • Avaliação clínica da deglutição (presencial);
  • Avaliação clínica da fala ou motricidade orofacial (presencial);
  • Videofluoroscopia da deglutição;
  • Videoendoscopia da deglutição;
  • Avaliação do reflexo de tosse;
  • Avaliação de tosse voluntária;
  • Intervenção com doentes com traqueostomia;
  • Avaliação ou intervenção com doentes que requeiram ventilação ou suporte de oxigenioterapia;
  • Avaliação ou intervenção com doentes com dificuldade no controlo da saliva ou que exibam alterações do comportamento que possam resultar em choro, gritos.
Procedimentos que só devem ser realizados em situações de urgência/prioritárias durante pandemia COVID-19:
  • Videoendoscopia da deglutição;
  • Avaliação do reflexo de vómito;
  • Avaliação do reflexo de tosse;
  • Avaliação de tosse voluntária;
  • Auscultação cervical.

Os exames imagiológicos deverão ser solicitados apenas quando há uma dúvida clínica específica, não sendo necessários na maioria dos casos (in: Abordagem do doente pediátrico com COVID-19 Sociedade Portuguesa de Pediatria, 22-04-2020).

Avaliação da Deglutição

  • Acesso à história clínica/anamnese detalhadas (quando possível);
  • Entrevista em videoconferência com presença do cuidador;
  • Envio de checklist sobre comportamentos/queixas na alimentação e deglutição (reenviado após o seu preenchimento);
  • Solicitação de envio de filmagens de duas refeições distintas (principal e outra), visão frontal e lateral, se possível;
  • Avaliação da motricidade oro facial, da respiração, da exploração indireta da deglutição e da qualidade vocal em formato de telesaúde (quando possível realizar registos de áudio e vídeo);
  • Ensino de estratégias ao cuidador a adotar durante o período de alimentação
Quando for necessário avaliação presencial:
  1. Definir previamente todos os procedimentos a realizar presencialmente;
  2. não exceder os 15 minutos de contacto direto;
  3. não avaliar/realizar reflexo tosse, vómito, tosse voluntária, sensibilidade intraoral, auscultação cervical e procedimentos geradores de aerossóis;
  4. na avaliação direta da deglutição utilizar uma abordagem conservadora, utilizando consistências seguras para a pessoa avaliada;
  5. uso de equipamento de proteção individual adequado (terapeuta e doente) – máscara e luvas ( pacientes de baixo risco de infeção); máscaras FFP3 para pacientes infetados COVID 19 ou em procedimentos geradores de aerossóis em qualquer paciente. (in: IPOG-COVID-19-survey-report.2020).

Intervenção na Deglutição

Telessaúde
  • Utilizar uma abordagem conservadora no treino de alimentação e nas recomendações para a gestão da disfagia, de modo a diminuir ao máximo o risco de ocorrência de complicações;
  • Treinos de alimentação com coaching parental com orientações de estratégias de alimentação e integração motora oral seguras, (reflexão, treino de alimentação, prática e observação, recomendações e repetição do treino);
  • Exercícios de motricidade orofacial, e respiração com auxílio do cuidador, podendo utilizar Apps de intervenção em Telessaúde (ex.:
  • Solicitar registo detalhado de eventuais sinais clínicos de broncoaspiração (momentos/situações; tipos de alimentos ou saliva, dificuldades sentidas/observadas).
Intervenção presencial (só em situações de urgência e para orientações)
  •  Se possível limitar o contacto direto a 15 minutos;
  • Trabalhar numa posição lateral à pessoa;
  • Quando possível manter distância superior a 1,5m;
  • Pelo risco acrescido de ocorrência de tosse nestes doentes utilizar, para além de máscara P2, óculos de proteção e/ou viseiras;
  • Evitar procedimentos geradores de aerossóis;
  • Evitar procedimentos que impliquem contacto com a cavidade oral;
  • Evitar utilização de equipamentos de utilização partilhada;
  • Utilizar uma abordagem conservadora no treino de alimentação e nas recomendações para gestão da disfagia, de modo a diminuir ao máximo o risco de ocorrência de complicações;
  • Evitar a realização de treino com válvulas de fala.

Nota 1: em situações em que não há alimentação per os (utilização de SNG ou PEG) não se recomenda intervenção. Caso a pessoa seja alimentada por SNG não é recomendável a colocação de PEG ou outras intervenções que requeiram procedimentos invasivos.

Nota 2: dado o contexto atual, a disfagia pós-extubação poderá ocorrer com maior frequência, pelo que a sua identificação precoce é essencial para minimizar as complicações clínicas e o impacto na qualidade de vida da pessoa.

Materiais

Não tendo sido sido encontrados instrumentos, traduzidos e validados para o português europeu, apropriados/adequados para uso em Telessaúde, referenciam-se, como exemplo, os seguintes instrumentos como possíveis para a avaliação/caracterização da deglutição:

  • DOSS-Dysphagia Outcome Severity Scale (PE Escala de avaliação da gravidade da disfagia) – Traduzida e validada para o português (Nogueira et al., 2015).
  • Early Feeding SkillsEscala de Observação de Competências Precoces na Alimentação Oral – Traduzida e validada para o português (Curado et al., 2017)

Referências Bibliográficas

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  • Tele-Dysphagia management: an opportunity for prevention, cost-savings and advanced training. Coyle J. Int J Telerehabil. 2012 Apr 13; 4(1):37-40. doi: 10.5195/IJT.2012.6093. e Coltion 2012 Spring. Mashima PA, Brown JE. Otolaryngol Clin North Am. 2011 Dec; 44(6):1305-16, viii. doi: 10.1016/j.otc.2011.08.007. Epub 2011 Sep 25. Review
Referências bibliográficas – população pediátrica:
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  • Telepractice for children with complex disability Guidelines for quality allied health services – University of Sidney
  • Telepractice for Pediatric Dysphagia: A Case Study, Georgia A. Malandraki, Melissa Roth, Justine Joan Sheppard, Vol. 6, No. 1, Spring 2014 (http://telerehab.pitt.edu/ojs/index.php/Telerehab/issue/view/246)
  • Telepractice for pediatric Dysphagia: a case study. Malandraki GA, Roth M, Sheppard JJ. Int J Telerehabil. 2014 Sep 3; 6(1):3-16. doi: 10.5195/ijt.2014.6135. e Collection 2014 Spring.Select item 25945216
  • Telepractice for the Delivery of Pediatric Feeding Services: A Survey of Practice Investigating Clinician Perceptions and Current Service Models in Australia. Raatz MK, Ward EC, Marshall J.Dysphagia. 2019 Jul 30. doi: 10.1007/s00455-019-10042-9.
  • American Speech-Language-Hearing Association. ASHA Guidance to SLPs Regarding Aerosol Generating Procedures. Abril 2020
  • American Speech-Language-Hearing Association. Service Delivery Considerations in Health Care During Coronavirus. Abril 2020
  • Developing the system architecture for conducting synchronous paediatric feeding assessments via telepractice. Raatz M, Ward EC, Marshall J, Burns CL. J Telemed 2019 Oct; 25(9):552-558. doi: 10.1177/1357633X19872091.
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  • IPOG COVID 19 survey report april 2020
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  • Royal College of Speech & Language Therapists. RCSLT guidance on personal protective equipment (PPE) and COVID-19. março 2020;
  • Speech Pathology Australia. Speech Pathology Australia guidance for service delivery, clinical procedures and infection control during COVID-19 pandemic, abril 2020.
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A EQUIPA: DEPARTAMENTO DA DEGLUTIÇÃO

Teresa Sameiro
Coordenador
Bárbara Sobral
Vice-Coordenador
Helena Santos
Membro
Sílvia Pinto
Membro
Vera Mangas
Membro

EVENTOS: DEGLUTIÇÃO

26 Outubro 2019 Presbifagia

Marina Padovani aborda uma realidade atual e comum numa população envelhecida - a Presbifagia- modificações na função da deglutição durante o envelhecimento - dando especial enfoque à importância da prevenção, avaliação e intervenção neste tipo de realidade.

MATERIAIS PARA DOWNLOAD: DEGLUTIÇÃO

No sentido de proporcionarmos um melhor conhecimento acerca dos processos que envolvem a deglutição e a disfagia , o departamento de deglutição elaborou este material didático que poderá ser descarregado, reproduzido e utilizado por quem assim o desejar

Sopa de Letras

Palavras Cruzadas

DIA MUNDIAL DA DEGLUTIÇÃO

13 DE DEZEMBRO

Porque 1 ano depois continuamos a acreditar que o gourmet é possível, e em associação com as comemorações do dia Mundial da Deglutição, o Departamento de deglutição da SPTF, disponibiliza 4 receitas adaptadas para pessoas com disfagia que seguramente farão a diferença nesta época natalícia.
Desejamos a todos os que dela necessitam de usufruir e às suas famílias um ótimo e Santo Natal!

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Participe ativamente na evolução científica da terapia da fala!

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