Avaliação e intervenção nas perturbações da deglutição no doente crítico

OBJETIVOS
- Identificar os aspetos epidemiológicos e os fatores de risco das perturbações da deglutição em cuidados intensivos.
- Distinguir o rastreio da avaliação da deglutição e selecionar procedimentos e escalas adequados à situação clínica.
- Integrar informação respiratória, hemodinâmica e laboratorial na tomada de decisão em terapia da fala.
- Analisar as alterações da voz e da deglutição após intubação orotraqueal prolongada e os fatores relevantes para a avaliação após extubação e para a decisão sobre alimentação por via oral.
- Discutir indicações, contraindicações e evidência científica das estratégias de intervenção na deglutição em cuidados intensivos.
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CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
- Aspetos epidemiológicos das perturbações da deglutição nas unidades de cuidados intensivos.
- Principais diferenças entre protocolos de avaliação e de rastreio das perturbações da deglutição.
- Fatores de risco para perturbações da deglutição em cuidados intensivos.
- Avaliação da deglutição no doente crítico.
- Avaliação do sistema sensoriomotor oral.
- Avaliação funcional da deglutição.
- Escalas de gravidade das perturbações da deglutição.
- Escalas de nível de ingestão por via oral.
- Sinais vitais, hemodinâmica, exames laboratoriais e alterações hidroeletrolíticas e a sua relação com a tomada de decisão em terapia da fala no doente crítico.
- Avaliação em terapia da fala na pessoa submetida a hemodiálise.
- Intubação orotraqueal prolongada.
- Avaliação após intubação orotraqueal prolongada.
- Quanto tempo aguardar após a extubação para realizar a avaliação em terapia da fala?
- Principais alterações laríngeas após intubação orotraqueal prolongada.
- Relação entre voz e deglutição.
- Disfonia após intubação orotraqueal prolongada. É possível iniciar a alimentação por via oral?
- Terapia sensorial e exercícios isométricos, isotónicos e isocinéticos.
- Manobras de deglutição em cuidados intensivos. Quais as indicações, contraindicações e principais evidências na literatura?
- Medidas para a abordagem da xerostomia nas unidades de cuidados intensivos.
- Exercitadores respiratórios como instrumento de reabilitação da deglutição. Quais as principais indicações e contraindicações?
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METODOLOGIA
Exposição teórico-prática, discussão de situações clínicas e análise das indicações e contraindicações dos procedimentos de avaliação e intervenção. A formação integra componentes síncrona e assíncrona, com momentos de interação com os participantes na componente síncrona.
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PROGRAMA
Aula síncrona – 7 de novembro de 2026
Horário: 10h00–18h00
Conteúdos:
- Aspetos epidemiológicos das perturbações da deglutição nas unidades de cuidados intensivos.
- Principais diferenças entre protocolos de avaliação e de rastreio das perturbações da deglutição.
- Fatores de risco para perturbações da deglutição em cuidados intensivos.
- Avaliação da deglutição no doente crítico.
- Avaliação do sistema sensoriomotor oral.
- Avaliação funcional da deglutição.
- Intubação orotraqueal prolongada.
- Avaliação após intubação orotraqueal prolongada.
- Quanto tempo aguardar após a extubação para realizar a avaliação em terapia da fala?
- Principais alterações laríngeas após intubação orotraqueal prolongada.
- Relação entre voz e deglutição.
- Disfonia após intubação orotraqueal prolongada. É possível iniciar a alimentação por via oral?
Aula assíncrona (6h – Conteúdos disponíveis até dia 7 de dezembro de 2026)
Conteúdos:
- Escalas de gravidade das perturbações da deglutição.
- Escalas de nível de ingestão por via oral.
- Sinais vitais, hemodinâmica, exames laboratoriais e alterações hidroeletrolíticas e a sua relação com a tomada de decisão em terapia da fala no doente crítico.
- Avaliação em terapia da fala na pessoa submetida a hemodiálise.
- Relação entre voz e deglutição.
- Disfonia após intubação orotraqueal prolongada. É possível iniciar a alimentação por via oral?
- Terapia sensorial e exercícios isométricos, isotónicos e isocinéticos.
- Manobras de deglutição em cuidados intensivos. Quais as indicações, contraindicações e principais evidências na literatura?
- Medidas para a abordagem da xerostomia nas unidades de cuidados intensivos.
- Exercitadores respiratórios como instrumento de reabilitação da deglutição. Quais as principais indicações e contraindicações?
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FORMADORA
Mariana Sacconato
Possui graduação em Fonoaudiologia pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP/EPM) e é especialista em Disfagia e Motricidade Orofacial pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa), com formação complementar no AC Camargo Cancer Center e na Fundação Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FFMUSP). Concluiu o Mestrado e o Doutorado em Ciências pela UNIFESP/EPM.Atua como fonoaudióloga no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, onde é Responsável Técnica da equipe de Fonoaudiologia e membro titular do Comitê de Ética e Pesquisa, da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, da Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional e do Núcleo de Inovação Tecnológica. Além disso, é preceptora e tutora da Residência Multiprofissional em Infectologia, com área de concentração em Disfagia.Integra o Diretório de Pesquisa em Deglutição e Disfagia da UNIFESP/EPM e é docente do curso de Pós-Graduação em Disfagia da Faculdade de Medicina do ABC. Atualmente, exerce a função de vice-coordenadora do Departamento de Disfagia da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia (SBFa) na gestão 2025-2027. Anteriormente, foi vice-coordenadora do Comitê de Disfagia Neurogênica do Adulto do Departamento de Disfagia da SBFa (2023-2025) e, por dez anos, atuou como preceptora e tutora nos Programas de Residência Multiprofissional em Terapia Intensiva, Neurologia, Urgência/Emergência e Geriatria da Universidade Federal de São Paulo Escola Paulista de Medicina.
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INFORMAÇÕES
Datas e horários: 07.11.2026 – 10h00 – 18h00
Local: Online (via Zoom) e assíncrona (sessão de 6h disponibilizada online com possibilidade de visualização até dia 7 de dezembro)
Organização: Departamento de Deglutição
Destinatários: Terapeutas da fala
Data limite de inscrição: 03.11.2026
INSCRIÇÕES
Para garantir a sua inscrição nesta formação, preencha o formulário de inscrição (disponível brevemente).
Poderá fazer o pagamento através de transferência bancária seguindo os passos apresentados no formulário de inscrição. O preenchimento do formulário é obrigatório para fins de faturação, emissão de comprovativo de participação e envio de link para acesso à sessão ZOOM (quando aplicável).
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PAGAMENTO
Profissionais associados SPTF e APTF: 32 euros
Profissionais associados SPTF: 35 euros
Não associados: 40 euros
Estudantes associados SPTF*: 25 euros
Estudantes não associados*: 30 euros
*Os valores associados à inscrição de estudantes só se aplicam a estudantes de licenciatura.
NOTA: Os pagamentos realizados para a inscrição neste evento não são reembolsáveis em caso de cancelamento por parte do próprio participante. Ao prosseguir com a inscrição, o participante confirma que está ciente e de acordo com esta política.
